sábado, 27 de outubro de 2012
Nobody said was it was easy
Nobody said was it was easy, oh it's a shame for us to part, nobody said it was easy, no one ever said it would be so hard, I'm going back to the star.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
The way I feel
A criança aqui posso ser eu, podes me chamar o que quiseres, posso ser imatura e infantil, e não dou o braço a torcer, posso perdoar, mas o que dizes fica cravado no meio peito, tu não percebeste o que disse, não me ouvis-te, atacaste-me logo sem razão, as tuas palavras foram duras, acho que não merecia tal frieza e sarcasmo, posso andar confusa mas o meu sentimento por ti eu sei bem o que é, se me perguntarem afirmo com toda a certeza e de cabeça erguida É VERDADEIRO E PARA SEMPRE. As tuas palavras doeram mais que mil espadas espetadas nas costas, não sei como descrever tal dor, tão grande que me causas-te, e não foi só uma lágrima que surgiu no meu canto do olho... vou continuar a espera que venhas falar comigo, eu sou orgulhosa e tu também, espero que isto não cause o fim, mas eu falar contigo não consigo só depois de dares o step one.
Ferida que doí e não se vê
Há vezes em que uma simples frase, faz uma ferida maior do que qualquer outro tipo de agressão física assim se vê o poder das palavras.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Um dia foste assim para mim
Odeio a maneira como me fazes sentir, odeio saber que o que sinto por ti não acabou, odeio recordar a cada passo que te vejo, cada toque, cada gesto, cada palavra trocada, cada momento que foi vivido, odeio sentir-me sem controlo, odeio saber que ainda te amo ao mesmo tempo que te odeio, odeio saber que te quero odiar e só te consigo amar, odeio saber que não lutei por ti... Porque não sais da minha cabeça? Pensei que já te tinha esquecido, pensei que era fácil seguir em frente, eu segui, talvez me tenha precipitado, tento fazer um esforço para ser tua amiga, mas só quero ser tua mulher, odeio ver que te deixei escorregar entre os meus dedos, perceber que sou uma fraca e nem se quer vou assumir este texto, estas palavras vagas, talvez um dia o leias, talvez um dia voltes para mim, mas para já vou continuar assim.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Esquecimento
O sofrimento de ver uma pessoa amada se perder com o tempo, não ser mais ela, o corpo está cá mas a mente à muito que se foi, é nesses momentos que pequenas coisas, pequenas ocasiões de lucidez ganham uma dimensão inexplicável, como um simples jogo de sueca pode se tornar algo tao marcante e importante.
sábado, 6 de outubro de 2012
Não sabes nada
Tu sabes o meu nome, não a minha história, por casualidade podes já ter reparado na cor dos meus olhos no entanto não sabes o que eles já viram. Então não te sintas no direito de me julgar.
Talvez a nossa história
Ele gosta de ti , tu gostas dele, todos sabem só vocês é que não vêm o quanto se complementam, o que os teus olhos brilham ao falares nele e quanto a sua cara fica preenchida com o sorriso que faz pelo simples facto de te ver.
Aprendemos
Um dia aprendemos que errar é bom, que rir faz bem, que fazer alguém sorrir é ainda melhor. Um dia aprendemos que dormir demais não é lá muito bom, que perder faz parte, que a mentira não compensa e que o orgulho só nós faz sofrer.
Um dia aprendemos que a amizade não tem preço, que o amor é mágico e que quando nos apaixonamos tudo se torna perfeito, porém temos que nos lembrar que a perfeição tem defeitos e que o tempo não volta atrás.
Um dia aprendemos que o para sempre terá um fim, que o mundo é um desafio, aprendemos que um olhar pode dizer mais que palavras, que atitudes devem ser revistas, e que superar é realmente necessário e que sentir saudade foi algo que valeu a pena.
Para lá da neblina
Hoje sinto-me a céu aberto e nada bate certo, não sei que fazer, as duvidas são constantes e a confusão instalada, remoinho de sentimentos e uma onda de pensamentos, a minha cabeça a mil o meu coração a dois mil, tentar manter a coerência nem sempre é fácil conseguir com que a cabeça fale por cima do coração, ver para lá da neblina, eu acredito no arco-íris a seguir à tempestade.
Considero-me boa pessoa, e caminho ao longo dos meus princípios, gostava de saber o que fazer e ter sempre a seta a indicar o percurso, a vida não é fácil há que saber vive-la. Este é o meu lugar a salvo para onde corre à espera de uma consolação de uma sensação de alivio.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Tu
Tu não sabes que és tu, não sabes que falo para ti, não sabes que me atormentas, não sabes que mesmo não querendo continuo a pensar em ti, mesmo depois da nossa história ter terminado continuas no meu pensamento .. segui a minha vida tenho outra pessoa que me faz feliz, mas tu és tu e estás sempre lá, eu estava bem, estava feliz tu não tinhas ninguém e isso parecia-me indiferente, tu agora tens alguém e eu não consigo parar de pensar em ''tu'', não a suporto ver perto de ti, te tocar, te acariciar, não suporto a ideia de vocês os dois juntos, eu sei que estás bem com ela, eu quero te ver feliz, não vou fazer nada, mas tu és tu e serás sempre tu, estou confusa eu amo quem tenho agora, mas tu continuas sempre lá.
Já se passaram alguns anos desde o 1 dia que te vi e fiquei a gostar de ti, já andamos, já vivemos, já acabamos, já continuamos. Eu vou continuar a minha vida sem ti.
Mais um dia
Gostava de saber escrever, gostava que as palavras me saíssem de forma clara, que lessem o que escrevo e pensassem ela sabe escrever, gostava que compreendessem o que estou a sentir neste momento, gostava de uma ajuda uma opinião, este é o meu refugio secreto , o meu desabafo da alma .. tanta coisa se passa a minha volta, tanta coisa que me faz sofrer e não sei como libertar essa dor.
Sim tenho tudo, tenho boa vida, talvez isto não passe de uma rapariga mimada e egoísta a falar mas eu sinto a dor o sofrimento as coisas a minha volta que não consigo controlar, há coisas que não dá mais para esconder.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Porque é que as músicas dizem sempre tanto ?
Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E a calma aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi um ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
E o sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
Dá-me mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.
Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu
O caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou.
Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei
Para lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
Para voltar a viver
Já não sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber.
Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada.
O quarto vazio na madrugada
Vou deixar-te no frio da tua fala.
Na vertigem da voz
Quando enfim se cala.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Um inicio ...
Tudo tem um inicio tudo tem um fim, não sei bem por onde começar... Não sei quem sou, não sei o que faço, sei que sou alguém, mais um ser uma neste mundo. Talvez a ideia de não ter que fazer e a vontade de desabafar se conciliaram e deu nisto (Tulérias) porque Tulérias? já o meu avô me dizia "havia de haver uma máquina para medir a tuléria, muita gente arrebentava com com a escala" por vezes sinto-me englobada nesse grupo, sou um monte de trenguisse com pernas, sou destrambelhada e sem nexo, afinal eu sei quem sou, eu sou assim!
'' Por vezes é mesmo assim, não há outra solução, doi muito dizer que sim doi menos dizer que não!"
Subscrever:
Mensagens (Atom)






