sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Poderia dizer muita coisa

És a única pessoa que sabe deste meu refugio, não sei se ainda aqui vens, não sei se te interessa o que escrevo, o que penso, não sei se vais perceber que isto que escrevo é para ti, na verdade já não falamos à algum tempo... Sei que te magoei mas também me magoas-te , não posso retirar o que disse nem tu o que fizes-te, a verdade é que lamento que estejamos assim, o mais provável é que nem vás ver isto, mas sinto a tua falta, o orgulho é impedimento de muita coisa, eu sei só se fica a perder, desculpa mas não vou dar o primeiro passo, e pelo o que vejo não sou/fui assim tão importante para ti. Sinto que o tempo que passamos juntas não significou nada para ti, o que vivemos, o que ultrapassamos, o que rimos, aparvalhamos, choramos, o que crescemos juntas, todos os nossos momentos, que diga-se que não foram poucos, sinto que para ti não passa de memórias do passado. Eu é que devo ser a inocente que acha que tudo dura para sempre, pois talvez ainda tenha muito que crescer e aprender. Desculpa qualquer coisa eu sou assim.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

No dia em que te esqueci

Há muito que não passo por aqui, não tem sido preciso, encontrei outro refugio ... a folha de papel.

Há coisas que nao se explicam simplesmente se sentem, eu sei é cliché.. mas é mesmo assim. As vezes tenho a sensação que a nossa história não acabou, no entanto tu és passado e eu estou feliz e o tu que existia na minha cabeça desapareceu, a importância que te dava acabou, tu já não és o centro das atenções, o tu deu lugar a algo novo e melhor, um estado diferente, um NÓS ONDE TU NÃO FAZES PARTE, ai eu percebi que te tinha esquecido e sim podemos ser só amigos, eu quero é o NÓS <3.

sábado, 27 de outubro de 2012

Nobody said was it was easy

Nobody said was it was easy, oh it's a shame for us to part, nobody said it was easy, no one ever said it would be so hard, I'm going back to the star.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

The way I feel

A criança aqui posso ser eu, podes me chamar o que quiseres, posso ser imatura e infantil, e não dou o braço a torcer, posso perdoar, mas o que dizes fica cravado no meio peito, tu não percebeste o que disse, não me ouvis-te, atacaste-me logo sem razão, as tuas palavras foram duras, acho que não merecia tal frieza e sarcasmo, posso andar confusa mas o meu sentimento por ti eu sei bem o que é, se me perguntarem afirmo com toda a certeza e de cabeça erguida É VERDADEIRO E PARA SEMPRE. As tuas palavras doeram mais que mil espadas espetadas nas costas, não sei como descrever tal dor, tão grande que me causas-te, e não foi só uma lágrima que surgiu no meu canto do olho... vou continuar a espera que venhas falar comigo, eu sou orgulhosa e tu também, espero que isto não cause o fim, mas eu falar contigo não consigo só depois de dares o step one.



Ferida que doí e não se vê

Há vezes em que uma simples frase, faz uma ferida maior do que qualquer outro tipo de agressão física  assim se vê o poder das palavras.


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Um dia foste assim para mim

Odeio a maneira como me fazes sentir, odeio saber que o que sinto por ti não acabou, odeio recordar a cada passo que te vejo, cada toque, cada gesto, cada palavra trocada, cada  momento que foi vivido, odeio sentir-me sem controlo, odeio saber que ainda te amo ao mesmo tempo que te odeio, odeio saber que te quero odiar e só te consigo amar, odeio saber que não lutei por ti... Porque não sais da minha cabeça? Pensei que já te tinha esquecido, pensei que era fácil seguir em  frente, eu segui, talvez me tenha precipitado, tento fazer um esforço para ser tua amiga, mas só quero ser tua mulher, odeio ver que te deixei escorregar entre os meus dedos, perceber que sou uma fraca e nem se quer vou assumir este texto, estas palavras vagas, talvez um dia o leias, talvez um dia voltes para mim, mas para já vou continuar assim.

Um dia escrevi isto para ''tu'', talvez agora a clareza começa a surgir, lá no fundo já se vê os fios de luz, o fim do túnel está próximo.



sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Esquecimento

O sofrimento de ver uma pessoa amada se perder com o tempo, não ser mais ela, o corpo está cá mas a mente à muito que se foi, é nesses momentos que pequenas coisas, pequenas ocasiões de lucidez ganham uma dimensão inexplicável, como um simples jogo de sueca pode se tornar algo tao marcante e importante.

sábado, 6 de outubro de 2012

Não sabes nada

Tu sabes o meu nome, não a minha história, por casualidade podes já ter reparado na cor dos meus olhos no entanto não sabes o que eles já viram. Então não te sintas no direito de me julgar.



Talvez a nossa história

Ele gosta de ti , tu gostas dele, todos sabem só vocês é que não vêm o quanto se complementam, o que os teus olhos brilham ao falares nele e quanto a sua cara fica preenchida com o sorriso que faz pelo simples facto de te ver.

                     


Aprendemos

Um dia aprendemos que errar é bom, que rir faz bem, que fazer alguém sorrir é ainda melhor. Um dia aprendemos que dormir demais não é lá muito bom, que perder faz parte, que a mentira não compensa e que o orgulho só nós faz sofrer.
Um dia aprendemos que a amizade não tem preço, que o amor é mágico e que quando nos apaixonamos tudo se torna perfeito, porém temos que nos lembrar que a perfeição tem defeitos e que o tempo não volta atrás.
Um dia aprendemos que o para sempre terá um fim, que o mundo é um desafio, aprendemos que um olhar pode dizer mais que palavras, que atitudes devem ser revistas, e que superar é realmente necessário e que sentir saudade foi algo que valeu  a pena.





Para lá da neblina

Hoje sinto-me a céu aberto e nada bate certo, não sei que fazer, as duvidas são constantes e a confusão instalada, remoinho de sentimentos e uma onda de pensamentos, a minha cabeça a mil o meu coração a dois mil, tentar manter a coerência nem sempre é fácil conseguir com que a cabeça fale por cima do coração, ver para lá da neblina, eu acredito no arco-íris a seguir à tempestade.
Considero-me boa pessoa, e caminho ao longo dos meus princípios, gostava de saber o que fazer e ter sempre a seta a indicar o percurso, a vida não é fácil há que saber vive-la. Este é o meu lugar a salvo para onde corre à espera de uma consolação de uma sensação de alivio. 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Tu


Tu não sabes que és tu, não sabes que falo para ti, não sabes que me atormentas, não sabes que mesmo não querendo continuo a pensar em ti, mesmo depois da nossa história ter terminado continuas no meu pensamento .. segui a minha vida tenho outra pessoa que me faz feliz, mas tu és tu e estás sempre lá, eu estava bem, estava feliz tu não tinhas ninguém e isso parecia-me indiferente, tu agora tens alguém e eu não consigo parar de pensar em ''tu'', não a suporto ver perto de ti, te tocar, te acariciar, não suporto a ideia de vocês os dois juntos, eu sei que estás bem com ela, eu quero te ver feliz, não vou fazer nada, mas tu és tu e serás sempre tu, estou confusa eu amo quem tenho agora, mas tu continuas sempre lá.



Já se passaram alguns anos desde o 1 dia que te vi e fiquei a gostar de ti, já andamos, já vivemos, já acabamos, já continuamos. Eu vou continuar a minha vida sem ti.



Mais um dia

Gostava de saber escrever, gostava que as palavras me saíssem de forma clara,  que lessem o que escrevo e pensassem ela sabe escrever, gostava que compreendessem o que estou a sentir neste momento, gostava de uma ajuda uma opinião, este é o meu refugio secreto , o meu desabafo da alma .. tanta coisa se passa a minha volta, tanta coisa que me faz sofrer e não sei  como libertar essa dor.
Sim tenho tudo, tenho boa vida, talvez isto não passe de uma rapariga mimada e egoísta  a falar mas eu sinto a dor o sofrimento as coisas a minha volta que não consigo controlar, há coisas que não dá mais para esconder.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Porque é que as músicas dizem sempre tanto ?



Quando o dia entardeceu

E o teu corpo tocou

Num recanto do meu

Uma dança acordou

E o sol apareceu

De gigante ficou

Num instante apagou

O sereno do céu




E a calma aguardar lugar em mim

O desejo a contar segundo o fim.

Foi um ar que te deu

E o teu canto mudou

E o teu corpo do meu

Uma trança arrancou

E o sangue arrefeceu

E o meu pé aterrou

Minha voz sussurrou

O meu sonho morreu





Dá-me mar, o meu rio, minha calçada.

Dá-me o quarto vazio da minha casa

Vou deixar-te no fio da tua fala.

Sobre a pele que há em mim

Tu não sabes nada.




Quando o amor se acabou

E o meu corpo esqueceu

O caminho onde andou

Nos recantos do teu

E o luar se apagou

E a noite emudeceu

O frio fundo do céu

Foi descendo e ficou.




Mas a mágoa não mora mais em mim

Já passou, desgastei

Para lá do fim

É preciso partir

É o preço do amor

Para voltar a viver

Já não sinto o sabor

A suor e pavor

Do teu colo a ferver

Do teu sangue de flor

Já não quero saber.



Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada.

O quarto vazio na madrugada

Vou deixar-te no frio da tua fala.

Na vertigem da voz

Quando enfim se cala.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Um inicio ...

Tudo tem um inicio tudo tem um fim, não sei bem por onde começar...  Não sei quem sou, não sei o que faço, sei que sou alguém,  mais um ser uma neste mundo. Talvez a ideia de não ter que fazer e a vontade de desabafar se conciliaram e deu nisto (Tulérias) porque Tulérias?  já o meu avô me dizia "havia de haver uma máquina para medir a tuléria, muita gente arrebentava com com a escala" por vezes sinto-me englobada nesse grupo, sou um monte de trenguisse com pernas, sou destrambelhada e sem nexo, afinal eu sei quem sou, eu sou assim!

'' Por vezes é mesmo assim, não há outra solução, doi muito dizer que sim doi menos dizer que não!"